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MIZI DURANDO, CONDESA DALL'ASTE BRANDOLINI
BOTÁNICA Y PINTORA
(1876 - 1965)
por  
Maria Angelica Matarazzo de Benavides

Mizi Durando, hija del consul de Italia Cesare Durando, y esposa del cónsul General de Italia en São Paulo, conde Angiolo Dall'Aste Brandolini, nació en Galatz, Rumania en 1876 y falleció en Torino, Italia, en 1965.  Ella llegó a Sao Paulo en el año 1914, durante la primera guerra mundial.  Durante los años que vivió en Brasil se entusiasmó por la flora brasileña, pintando acuarelas delicadas y al mismo tiempo fuertes e expresivas de árboles de mangos, jacarandaes, Bigoniaceas y de colores que van desde las tonalidades delicadas a las dramáticas.  Después de seis años en Brasil, donde enviudó al fallecer su esposo  durante su misión, y donde dejó su hija Adele, casada con un brasileño de ascendencia italiana, el conde Attilio Matarazzo, Mizi Durando viajó a Italia, y se estableció con los hijos menores en Torino, en la provincia de Piemonte, en Italia del norte.  Allí continúo por más de veinte años pintando la flora alpina de los campos y las montañas del norte de Italia.    

El trabajo de Mizi Durando por tanto constituye lo que puede ser considerado un puente entre la flora de ambos continentes.  La ambición de la botánica y artista no estaba ligada al deseo de obtener la fama, pero sí de conocer mejor las plantas que ella amaba.  Fue así que ella quiso diseñar y pintar el mayor número de géneros y de familias posibles, cada uno con todas sus partes representadas: raíz, tallo, hoja, flor, fruto.  Llegó a documentar cerca de mil variedades en más de 400 hojas coleccionadas póstumamente en cuatro grandes álbumes acompañados de un catálogo detallado.  Nunca consideró terminado su trabajo de pesquisa, tan es así que ya invalida, a los casi 90 años de edad, todavía deseaba retomar el trabajo. Volvía a estudiar su obra recordando todas las particularidades de cada planta.  En el cuarto de ella nunca faltaba un grande vaso de flores; cuando se marchitaban, ella no quería que se desecharan “pues habían dado tanto placer..."       
Queremos dar a conocer a los amantes de las plantas y de la pintura una muestra del trabajo de Mizi Durando, que se podrá encontrar en el website
http://www.chlorischile.cl, buscando Mizi Durando.


 

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MIZI DURANDO CONDESSA DALL'ASTE BRANDOLINI 
BOTANICA E PINTORA
(1876 - 1965)
por
 Maria Angelica Matarazzo de Benavides    

 
 

Mizi Durando, filha do cônsul da Itália Cesare Durando, e esposa do cônsul Geral da Itália em São Paulo conde Angiolo Dall'Aste Brandolini, nasceu em Galatz, Rumania em 1876 e faleceu em Torino, Itália, em 1965.  Ela chegou em São Paulo no ano 1914, durante a primeira guerra mundial. Durante os anos que viveu em São Paulo se apaixonou pela flora brasileira, pintando aquarelas delicadas e ao mesmo tempo fortes e expressivas de mangueiras, jacarandás, begoniaceas e bignoniaceas de cores que vão das tonalidades delicadas  ás dramáticas.  Depois de seis anos no Brasil, onde enviuvou do esposo quem falecera no desempenho da sua missão, e onde deixou a filha, Adele, casada com um brasileiro de ascendência italiana, o conde Attilio Matarazzo, Mizi Durando viajou a Itália, e se estabeleceu com os filhos menores em Torino, na província de Piemonte, na Itália do norte.  Ali continuou por mais de vinte anos pintando a flora alpina dos campos e das montanhas do norte da Itália.    

O trabalho de Mizi Durando portanto constitui o que pode ser considerada uma ponte entre a flora de ambos continentes.  A ambição da botânica e artista não era ligada ao desejo de obter fama nenhuma, mas sim de conhecer melhor as plantas que ela amava.  Foi assim que ela quis desenhar e pintar o maior numero de gêneros e de famílias possível, cada um com todas as suas partes representadas:  raiz, talho, folha, flor, fruto.  Chegou a documentar perto de mil variedades em mais de 400 folhas colecionadas postumamente em quatro grandes álbuns acompanhados de um catalogo detalhado.  Nunca considerou terminado o seu trabalho de pesquisa, tão e assim que já invalida, aos quase 90 anos de idade, ainda desejava retomar o trabalho. Tornava a estudar os seus trabalhos, lembrava de todas as particularidades de cada planta.  No quarto dela nunca faltava um grande vaso de flores;  quando murchavam, ela não queria que se jogassem fora pois "tinham dado tanto prazer..." 

Queremos apresentar ao publico brasileiro pelo menos uma amostra da obra de Mizi Durando, cuja missão diplomática durante os difíceis anos da primeira guerra mundial perdurou pelo amor a descendência brasileira e a lembrança da flora tropical que ela tinha retratado com tanto entusiasmo, que se poderá encontrar no website http://www.chlorischile.cl marcando Mizi Durando.




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